Estar adaptado ao meio aquático significa fundamentalmente ser capaz de flutuar, deslocar-se na água sem o recurso a apoios fixos ou a meios auxiliares de sustentação e mergulhar.

Durante este processo tanto as crianças como os adultos são confrontados com o domínio do corpo na água. Estão sujeitos a uma serie de forças existentes no meio liquido com o qual terão de se adaptar. Entre elas a impulsão.

O meio aquático cria novas sensações, modifica o equilíbrio abrindo um largo campo de experiências á capacidade motora sob o efeito de uma certa ausência de gravidade.

O equilíbrio, a respiração e a propulsão são as componentes básicas inerentes ao acto de nadar e cujo domínio é necessário para garantir um comportamento ajustado na água.